quinta-feira, agosto 07, 2008

Search Marketing Expo - SMX Brazil 08


Começou hoje o maior evento de SEM e SEO que eu já vi no Brasil. Dois salões lotados de profissionais falando sobre este tema que tem a previsão de movimentar 48% do volume de mídia on line em 2009.

Meu primeiro dia como funcionário da Mídia Digital foi assim, direto num mega evento de publicidade. Gostei.

Pude conhecer outras pessoas da agência, rever amigos como O Páris da Real Media, o Gustavo do HotWords, Bebiano do Google, Fábio, Rodrigo e Andrézão do Yahoo!, Marcelo da Eyedea entre outros. Muito bom!

Amanhã tem mais.

Será que alguém vai falar do Cuil? Vamos ver...

Segunda-feira estarei em Curitiba, começando efetivamente na Mídia Digital. Curitiba, aqui vou veu! :D

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terça-feira, agosto 05, 2008

Onde está o Matt? De passagem pelo Yahoo!

Quem ainda não o conhece, vale visitar o site do cara para entender melhor:

http://www.wherethehellismatt.com



Ele visitou 42 países em 14 meses para fazer o vídeo "Dancing 2008", que já foi visto mais de 8.5 milhões e meio de vezes desde que foi postado em Junho.



De olho neste potencial o Yahoo! convidou-o para visitar as instalações da empresa em Sunnyvale e apresentar a instações da empresa. Achei criativo e divertido. E o fato dele utilizar ferramentas do Google em seu site, (Earth, Maps e YouTube), acho que não comprometeu o resultado em nada. Até mesmo pelo fato de que para nós, usuários, o que importa é a experiência e não o "dispositivo" (entenda-se, produto, sistema, serviço, etc.).


Agora, imagine ver um cara com uma câmera na mão reunindo a galera que em muitos lugares nem se quer falavam inglês, para dançar sem música... Mesmo assim o cara conseguiu produzir algo muito legal.

BTW, este vídeo foi feito em 7 horas e publicado via webcast para 14.000 empregados para abrindo a apresentação dos resultados do primeiro semestre e que o Yahoo.

:D Nice.

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sexta-feira, julho 11, 2008

Lively, o "second live" do Google

Será que pega?
Bom, o Google está apostando agora em comunicadade 3D. Se considerarmos o histórico deste gigante, o projeto tem muitas chances de dar certo.



Parece ser mais leve que o Second Live, por rodar direto no browser. Diferente do sistema da Liden que exige um computador mais potente.

vamos ver...


Valeu pela dica Kenji! :D

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sexta-feira, maio 30, 2008

Um jeito bem "Google" de divulgar as vagas...

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terça-feira, abril 08, 2008

Onde está o Wolly? No Google Earth, é claro.

Artista recria jogo 'Onde está o Wally?' no Google Earth Canadense pintou personagem de 16 metros sobre prédio em Vancouver. Ela convida internautas a localizarem figura em imagens de satélite do Google. Do G1, veja original aqui.

Foto: Reprodução Reprodução Imagem gigante do personagem Wally, parte de 'jogo' proposto por artista canadense. (Foto: Reprodução)

A artista plástica canadense Melanie Coles vai usar a tecnologia do Google Earth para recriar na internet o jogo "Onde está Wally?". Em seu projeto de graduação no curso de arte e design, Melanie decidiu colocar um desenho gigante do personagem no topo de um prédio em Vancouver, no Canadá. A idéia de Melanie é criar um jogo interativo assim que as fotos da cidade forem atualizadas no serviço Google Earth, que mostra uma reprodução do globo terrestre composta por imagens feitas via satélite.

Para fazer o "jogo", a artista criou uma reprodução de 16 metros de altura de Wally, personagem criado pelo cartunista britânico Martin Handford em 1987 e estrela de centenas de livros em todo o mundo. Todo o processo foi documentado em um blog, onde também é possível ver uma imagem aérea do local.

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quinta-feira, outubro 18, 2007

Aquisições geram medo de uma nova bolha na Internet

Matéria publicada originalmente no NY Times.

"A matemática do Vale do Silício está começando a ficar confusa mais uma vez.
Empresas de Internet com nomes estranhos e poucos clientes vêm sendo adquiridas por preços polpudos. E os investidores, tendo aparentemente esquecido o que sofreram quando a primeira bolha da Internet estourou, exibem sintomas do distúrbio conhecido como exuberância irracional.
Vejam o caso do Facebook, um site de redes sociais que ainda não provou sua viabilidade financeira: consta que seu valor está sendo avaliado pelos investidores em até US$ 15 bilhões. Isso equivale a quase metade do valor de mercado do Yahoo, uma empresa com 38 vezes mais funcionários e, com base em estimativas sobre a receita do Facebook, 32 vezes mais faturamento.
O Google, que recentemente viu alta de suas ações para além da marca dos US$ 600, hoje tem valor de mercado maior que o da IBM, uma empresa que fatura oito vezes mais. Em termos mais amplos, empresas iniciantes de Internet vêm atraindo investimentos com base em sua capacidade de atrair audiências, e não de gerar receitas, exatamente a mesma alquimia que, na opinião de muitos, gerou inflação e o estouro da primeira bolha do setor.A alta nas percepções de valor de algumas empresas iniciantes chega até a surpreender alguns empresários que se beneficiam dela. Um ano atrás, o Yahoo investiu na Right Media, uma empresa de Nova York que está desenvolvendo uma rede de publicidade online. O valor avaliado da empresa, quando do investimento, era de US$ 200 milhões. Seis meses mais tarde, o Yahoo decidiu adquirir o grupo, e o preço de venda havia disparado para US$ 850 milhões.O que mudou? De acordo com o vice-presidente de tecnologia da Right Media, Brian OKelley, muito pouco, exceto o fato de que os rivais do Yahoo, Microsoft e Google, estavam escrevendo cheques bilionários para adquirir redes de publicidade online, e o Yahoo acreditava ser necessário pagar o preço que fosse para se manter na disputa."Eu admito que fiquei rindo à toa", diz OKelley, 30, sobre a transação que lhe rendeu US$ 25 milhões.
Ele deixou a Right Media e está criando uma nova empresa, e afirma que "de jeito nenhum quadruplicamos nosso valor em seis meses".
A tendência vem sendo descrita como um retorno à loucura (pelos céticos) ou como uma abordagem racional quanto às oportunidades ilimitadas que a Internet propicia (pelos verdadeiros crentes). Cobiça, medo e uma corrida desesperada para escolher o próximo grande vencedor estão jogando lenha na fogueira de um novo boom do Vale do Silício."

Fonte: The New York Times

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sábado, setembro 29, 2007

Google Voice Local Search - o uso de voz para realizar buscas por telefone

O Google está testando o uso de voz para realizar buscas por telefone. A empresa está convidando os usuários de telefones nos Estados Unidos a discar 1-800-GOOG-411 (1-800-466-4411), de qualquer aparelho, para testar um serviço gratuito de informações por voz que ela chama de Google Voice Local Search, disponível no site experimental Google Labs.

"Usando esse serviço, é possível obter acesso rápido à mesma informação local que se pode obter no Google Maps", informa uma explicação sobre a nova experiência, disponível no site do Google Labs. "Não é preciso computador, conexão com a Internet e nem mesmo usar o teclado do celular", informa o texto.

Os detalhes estão disponíveis em http://labs.google.com/goog411/.

Confira o vídeo: http://www.google.com/goog411/

A experiência do Google surge semanas depois que a Microsoft fechou acordo para adquirir a Tellme Networks, uma empresa de buscas ativadas por voz, em transação avaliada por fontes em mais de 800 milhões de dólares. A compra da Tellme é a maior aquisição da Microsoft nos últimos cinco anos.

A melhora na qualidade e a queda nos custos da tecnologia de buscas ativadas por voz estão atraindo empresas de Internet como o Google, Microsoft e Yahoo para a área do marketing telefônico.

Analistas do Kelsey Groups estimam que o mercado norte-americano de informações telefônicas gere 9,4 bilhões de dólares ao ano. No mundo, o movimento desse mercado chega a 13 bilhões de dólares, de acordo com dados da Opus Research.

Desde 2002, o Google vem conduzindo testes intermitentes sobre métodos de permitir que usuários de telefones solicitem informações por voz, em lugar de usarem os teclados de seus aparelhos ou métodos mais complexos. O teste anterior continua disponível na Web em http://labs1.google.com/gvs.html/.

Matt Booth, analista do Kelsey Group em Pasadena, disse que a potencial entrada do Google no mercado de informações telefônicas poderia transformar o cenário econômico desse setor, no qual os usuários dos serviços "411" convencionais estão acostumados a pagar um dólar ou mais por ligação de assistência.

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terça-feira, setembro 25, 2007

Google solicita aprovação da UE à aquisição da DoubleClick.

Google solicitou permissão às autoridades regulatórias da competição na União Européia para adquirir a rival DoubleClick por 3,1 bilhões de dólares. A proposta gerou controvérsia imediata.
A Comissão Européia anunciou que havia estabelecido um prazo até 26 de outubro para revisar a transação. Quando a data chegar, ela pode aprová-la, prorrogar seu prazo de avaliação por duas semanas ou iniciar uma investigação em profundidade com quatro meses de duração.

"Estamos solicitando que a Comissão Européia estude a aquisição proposta. Acreditamos que essa transação seja positiva tanto para os usuários quanto para os anunciantes, e que promova a concorrência", disse Julia Holtz, advogada do Google para questões de computação, à Reuters.

Mas o rival Yahoo imediatamente divulgou comunicado sobre o acordo, apelando por uma revisão em profundidade.

"A transação suscita questões importantes sobre o futuro da publicidade na internet. Essas questões merecem debate e revisão aprofundados, por uma ampla gama de operadores de sites, anunciantes, provedores de acesso e governos, na Europa e em outras regiões," disse Toby Copel, diretor executivo do Yahoo Europe.

Outros concorrentes, como a Microsoft e o Yahoo solicitaram que as autoridades antitruste dos Estados Unidos observem com atenção a aquisição proposta, alegando que o Google teria controle demasiado sobre o mercado de publicidade on-line caso ela aconteça.A Comissão já enviou questionários a concorrentes e clientes perguntando sua opinião sobre a transação.A DoubleClick opera no setor de publicidade on-line, como o Google, um serviço de buscas na web.

A DoubleClick conecta agências, anunciantes e operadores de sites, e tem mais de 1,5 mil empresas como clientes.

O Google já apresentou documentos sobre a aquisição à Federal Trade Commission dos Estados Unidos e às autoridades de regulamentação da competição na Austrália.

Fonte: Reuters24/09/2007

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