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Um Blog sem pretenção de formar opinião. Apenas uma reunião de conteúdo que valoriza a criatividade, inovação, interatividade. Advergame, mobile marketing, web 2.0, webmarketing. Um trailer ou um game novo, diversão online e tudo aquilo que está na web, que faz vc olhar o site e dizer "PUTS! Q loko". Sim assim mesmo, escrito da maneira que falamos hoje em dia em nossos Instant Messengers e SMS. :D Viu, gostou? Manda pra cá...
Este realmente foi um dos meus maiores desafios, mas a satisfação em ver o projeto realizado e de fazer parte de um time como este foi realmente demais.
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por Pedro Bombonatti para Mobile Pedia
Para dar seqüência à campanha “Maradonna x Biro-Biro”, a Coca-Cola está lançando a promoção “Deu a louca na Biro-Biro“. A promoção consiste basicamente no envio de pin codes via sms ou internet.

Veja matéria na integra aqui.
Desta vez as latas ficaram de fora da promoção, só participam as garrafinhas de 200 ml, 290 ml, 300 ml e 310 ml. Em contato com a OKTO, eles me garantiram que isso não tem nada a ver com qualquer tipo de problema com a inserção dos códigos. Foi apenas uma opção do anunciante. Ao adquirir um dos produtos, o participante encontrará na parte interna da tampa metálica verde um código alfanumérico de doze caracteres impresso. Se optar pela participação via SMS, o consumidor deverá enviar o código para o número 49220.
Após o envio da mensagem com o código, o consumidor terá sua participação confirmada via SMS, no prazo estimado de até 24h. Se ele for premiado instantaneamente receberá duas mensagens, uma informando sobre o prêmio e outra confirmando a sua participação no sorteio. Se não for premiado, receberá uma única mensagem informando a não premiação e confirmando a sua participação no sorteio.
O participante que desejar saber com quais códigos está participando, além de conferir na internet, também pode realizar o processo via SMS. Os interessados devem enviar uma mensagem SMS com a palavra-chave “BILHETES” para o número 49220. Como resposta receberão a numeração dos últimos 5 bilhetes válidos para concorrer na próxima apuração e na apuração final. Se já tiverem sido emitidos mais que 5 bilhetes, é possível enviar uma mensagem com a palavra “MAIS” para o mesmo LA para ter acesso a mais 5 resultados.
Os clientes de todas as operadoras poderão participar da promoção.
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Códigos 2D do Mc Donald`s
Outro exemplo interessante é este do Mc Donald`s. Eles começaram a utilizar os códigos binários (2D) em suas embalagens no Japão.
Quando escaneados pelos celulares com câmera (devidamente munidos do software decodificador), exibem a quantidade de calorias e outras informações nutricionais dos produtos.
Simples e eficiente como tem que ser.
;)
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Neste final de semana eu assisti por acaso um programa muito interessante. O programa é OLHAR DIGITAL. O site está sob a estrura do UOL (http://olhardigital.uol.com.br) e têm ótimas matérias, como esta sobre os 3 sistemas de conexão sem fio de alta velocidade.

Atualmente, as tecnologias sem fio têm causado novas transformações na mobilidade urbana e, consequentemente, novos desenhos em cidades como São Francisco, Nova York, Paris, Londres, Seul e, claro, São Paulo. Essas entram na era da computação onipresente, onde o usuário pode acessar aquilo que deseja, de onde, quando e como desejar, por meio da virtualização de informações, serviços e aplicações. Isso ocorre com ajuda das novas tecnologias sem-fio, como 3G, Wi-Fi, Wi-Max e bluetooth.
A área urbana contemporânea caminha para se transformar em um lugar de conexão permanente, permitindo mobilidade e troca de informação em qualquer lugar e em qualquer tempo. Além disso, as tecnologias sem-fio podem auxiliar o país na aceleração de projetos de inclusão digital, principalmente em regiões carentes de infra-estrutura.
Banda larga
Já existem, globalmente, mais de 200 milhões de usuários de banda larga, em todas as suas formas, e o ritmo de crescimento apresentado não dá mostras de arrefecimento, com projeções de crescimento para cerca de 700 milhões em 2008. Do total de usuários atuais, estima-se que dois terços ou mais possuam conexões através de redes fixas, a exemplo de DSL e cable-modems. Os demais acessos são oferecidos pelas redes wireless, que já contam com diversos dispositivos capazes de acesso rápido a dados e proporcionam aos usuários os benefícios da mobilidade plena ou restrita.
Um desenvolvimento mais recente é a evolução cada vez mais sólida das ofertas de banda larga sem-fio, através das soluções de 3G e também de tecnologias sem-fio "alternativas", como Wireless Mesh (baseada no padrão WiFi) e WiMax.
Como resultado do avanço dessas tecnologias, as tendências já começam a indicar que o crescimento global do número de usuários de banda larga deve ter um forte componente sem-fio. Se hoje os usuários com capacidade para downloads em alta velocidade, via conexões sem-fio, representam menos de um terço do total, estima-se que em 2008 eles representem mais de metade dos usuários globais. As razões dessa transformação são a proliferação do número de redes e dispositivos de banda larga sem-fio e o barateamento da tecnologia de maneira geral, devido ao crescimento de sua escala.

WiMax é um acrônimo para Worldwide Interoperability for Microwave Access (Interoperabilidade Mundial para Acesso por Microondas) ou, resumindo, é a evolução da Wi-Fi, tecnologia que permite acesso sem fio à internet. Enquanto a Wi-Fi suporta a velocidade de até 54 Mbps (megabits por segundo) a uma distância máxima de
A tecnologia WiMax foi desenvolvida por um conjunto de empresas lideradas pela Intel e pela Nokia, com base na norma 802.16 da Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE), estabelecida pelo grupo de trabalho em padrões de acesso sem-fio de banda larga. Além de operar em uma ampla faixa de freqüência – de
O Wi-Fi, por exemplo, foi desenvolvido para funcionar em redes locais, tendo, portanto, curto alcance, justamente o oposto do Wi-Max, que foi desenvolvido para funcionar em redes metropolitanas. Em muitos casos, as duas tecnologias atuam de forma complementar.
WiMax no Brasil
No último dia
Com o WiMax, a internet chega à casa ou empresa do cliente por ondas de rádio. Lá, ele terá um receptor que conecta o computador e os telefones. O cliente poderá acessar a internet a até
A previsão da empresa é que, até o fim de 2008, os pacotes sejam oferecidos em 61 cidades. A expectativa é chegar a 200 até o fim de 2009. O investimento total previsto é de R$ 600 milhões.
O diretor-executivo de Tecnologia e Qualidade de Rede da Embratel, Ivan Campagnolli, disse que, como a importação do aparelho receptor é muito cara, a empresa negocia com a Motorola a criação de uma linha de montagem no Brasil. Campagnolli disse ainda que a empresa tem capacidade de expandir a oferta, mas cobrou da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) um novo leilão de freqüências de WiMax, suspenso pela agência desde 2006.
"Certamente, o espectro que a Embratel tem é suficiente, mas em termos de futuro haverá necessidade de mais espectro. A Embratel será um player decisivo no leilão que vai ter", afirmou.
O desejo insaciável pelo consumo das tecnologias de banda larga sem fio tem ocorrido normalmente antes da consolidação dos padrões pelo IEEE. Isto ocorreu com o Wi-Fi e, já está ocorrendo com o WiMAX. Os fabricantes estão estimulando avidamente esta demanda e as operadoras são forçadas a acelerar seus planos. No caso do WiMAX este processo já está começando a ficar visível, trazendo benefícios e riscos.

Outra tecnologia sem-fio que tem sido bastante debatida ultimamente é a tecnologia 3G, ou seja, a terceira geração de telefonia móvel. A primeira foi a dos celulares analógicos e a segunda dos digitais. Como proporciona uma transmissão de dados mais veloz, a tecnologia 3G torna possível às empresas oferecerem pacotes de serviços complexos a custos acessíveis. É uma das possibilidades de conexão de banda larga sem fio. O sistema permite que voz, dados e imagens sejam transmitidos e acessados em alta velocidade, via rede celular. Entre os serviços prestados estão internet banda larga, TV no celular, jogos tridimensionais e download de músicas e vídeos com mais rapidez.
Os celulares com a tecnologia 3G já estão disponíveis no mercado e algumas operadoras passaram a divulgar e oferecer esse serviço em áreas restritas do território nacional.
Brasil e 3G
De acordo com o diretor de Serviços de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, Heliomar Medeiros de Lima, o Brasil está preparado, em termos de infra-estrutura, para a implantação da tecnologia 3G de celulares.
“O Brasil tem avançado bastante”, disse Lima à Agência Brasil, ressaltando que o país está à frente da maioria das nações latino-americanas nessa área. Ele lembrou que o governo deu um grande passo nesse sentido no fim do mês de março, ao firmar acordo com as operadoras de telefonia fixa para levar a infra-estrutura de banda larga a todos os municípios brasileiros até 2010.
Segundo ele, já foram atendidos com infra-estrutura de banda larga cerca de 2 mil municípios do total de 5.565. O acordo prevê investimentos das operadoras de telefonia em torno de 2 bilhões de reais.
Convivência de tecnologias
Será que essas tecnologias sem-fio poderão conviver “pacificamente”? Essa é definitivamente uma boa pergunta, que todos querem saber a resposta. Existe sim especulação do tipo: O WiMAX vai "matar" o 3G? O WiMAX vai conviver ou "matar" o Wi-Fi? Bem, a vida tem mostrado que normalmente existe uma convivência entre as tecnologias até que uma substitua gradativamente a outra, até porque há normalmente investimentos feitos que não serão desperdiçados. A telefonia móvel e a computação são grandes exemplos disto. Na telefonia móvel veio o AMPS, depois TDMA e CDMA, GSM, depois o GPRS, depois o EDGE, depois o CDMA-1xRtt, depois o CDMA-1xEV-DO e no futuro o UMTS e o CDMA-1xEV-DV. Várias destas tecnologias convivem umas com as outras e algumas caem em desuso.
Boa parte do mundo já possui serviços de comunicação 3G, porém, essa é uma conexão que depende da rede de celulares instaladas nas cidades. Já o WiMAX é uma tecnologia economicamente mais viável, além de ter maior alcance e ser mais rápida.
Futuro
A cada ano, novas possibilidades de banda larga aparecem, inclusive no Brasil, onde aos poucos as operadoras de telefonia oferecem banda larga sem fio pela rede 3G de celular a preços bem acessíveis, se comparados aos planos DSL da Oi e da Telefônica, por exemplo.
Agora, não apenas a Anatel promete uma nova licitação para 2008, como cinco empresas se uniram para comercializar soluções WiMAX no país em um novo consórcio de players. De acordo com o Teleco, site que agrega especialistas no setor, as empresas são: Icatel, Trópico, Asga, Padtec e Parks. Resta saber se elas irão conseguir superar as burocracias da Anatel e, sobretudo, a concorrência das operadoras ao oferecer Internet banda larga.
O novo consórcio irá colidir com alternativas de nome já consolidados, como é o caso da Brasil Telecom (vendida para a Oi), que tem autorização para testar WiMAX na frequência de 3,5 GHz na cidade de São Paulo. A licença da Anatel foi concedida em outubro do ano passado, com validade de seis meses. A empresa, contudo, não mostra maiores detalhes sobre os testes.
Brasil Telecom, Vivo, Telefônica e várias outras empresas já anunciaram, publicamente, planos de implementação do WiMAX no Brasil. Desde 2005, vários testes são feitos e até projetos inteiros que usaram WiMAX para interligar cidades e escolas.
Diante de tudo isso, pode-se imaginar a banda larga sem-fio como uma alternativa real de competição à banda larga fixa. Mesmo considerando as margens de erro das pesquisas, é inegável a relevância das tendências, que espelham a ansiedade dos usuários em ter acesso à conectividade, informação, conteúdo e entretenimento em qualquer lugar e a qualquer hora, a partir de dispositivos sem-fio cada vez de maior capacidade. Contudo, essas são respostas que veremos dentro de algum tempo.Marcadores: 3G, mobile marketing, tecnologia, wi-fi, Wi-Max, Wireless
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PARIS - Seu celular pode ser um dos últimos pontos do mundo a se manter relativamente livre de publicidade.
Mas não por muito tempo. Empresas de mídia e publicidade encontraram uma forma de ganhar acesso aos celulares das pessoas por meio da transmissão de anúncios pelo sistema Bluetooth, a mesma tecnologia usada por alguns dos sistemas de viva-voz para celulares.
Eis como funciona o método: quando o usuário está localizado a menos de 10 metros de um outdoor, vitrine ou bilheteria de casa de espetáculo que contenha um sistema Bluetooth ativo, ele pode ser convidado a ligar a função Bluetooth de seu celular para receber um arquivo --uma canção, um vídeo ou uma oferta de cupons de desconto.
Se você estiver passeando pelo Champs Elysees, por exemplo, não se surpreenda caso um dia a luxuosa Lancome, usando essa tecnologia, fizer um convite para experimentar seu mais novo perfume, em uma loja próxima.
Você também pode receber clipes publicitários da Coca-Cola ou um trailer do filme de animação "Happy Feet", da Warner Bros.
"O celular é o aparelho eletrônico que as pessoas carregam quase todo o tempo, de modo que representa oportunidade boa demais para que as empresas de mídia e anunciantes desperdicem", disse Nick Jones, analista do setor de tecnologia sem fio no grupo de pesquisa Gartner.
Mas as operadoras de telefonia móvel não estão demonstrando grande entusiasmo pelo marketing via Bluetooth, já que ele tem custo zero para os usuários e em muitos casos não gera receita adicional para elas.
Em lugar disso, operadoras de telefonia móvel como a Orange favorecem uma tecnologia rival chamada Code 2D -ou QR (quick response codes).
Esses códigos de barras, que já estão em uso no Japão, são lidos pelas câmeras dos celulares e enviam o usuário diretamente a uma página na Web. O acesso ao site requer assinatura a uma conexão de Internet sem fio no celular, pela qual os usuários em geral precisam pagar.
"O Bluetooth não responde a todas as nossas necessidades de marketing móvel", disse Jean-Noel Tronc, que comanda a Orange Mobile na França, em entrevista por telefone à Reuters. "Para nós, o Code 2D é bem melhor.""
Matéria publicada na INFO Online. Fonte: ReutersMarcadores: mobile marketing, propaganda em celular, SMS, tendências, Wap, webmarketing