sábado, janeiro 19, 2008

Quem viver verá: Em 2020, 80% das mídias serão digitais, diz pesquisa.

Após as fases 1 e 2 da Internet, o mercado já começa a se preparar para a terceira geração. O momento atual, classificado como Web 2.0, consiste em um ambiente colaborativo com a interação dos internautas. Porém, os planos e pesquisas mostram previsões mais ambiciosas e afirmam que a evolução ainda tem espaço para ampliação. Estudo realizado pela consultoria OgilvyOne, nos EUA, prevê que até o ano de 2020, 80% das mídias serão digitais. A especialista Nova Spivack também é otimista e espera que a Web 3.0 se fixará como a nova onda entre os internautas em apenas dois anos.

A terceira fase da Internet consiste essencialmente em uma melhor organização de todo o conteúdo disponível. Ou seja, por meio dela, as buscas serão mais eficazes e o internauta
Para Eduardo Favaretto, presidente do iBUSCAS e especialista em Internet "na prática, a interoperabilidade dos dados criará uma nova forma de integração e uso de documentos, arquivos e serviços que fazem parte de nosso dia-a-dia, a semântica criará uma ruptura daquilo que atualmente diferenciamos como acesso web e acesso local e neste novo cenário também teremos agregado a inteligência artificial".

Segundo Tim Bernes-Lee, pesquisador inglês reconhecido como o criador da web, "a Web Semântica trata da integração da informação. Quando ela chegar nos próximos anos, as coisas serão usadas de forma que nós ainda nem sequer conhecemos agora".

O estudioso do Instituto de Tecnologia de Massachussets (MIT) informa que já está em fase de desenvolvimento uma linguagem comum, pela qual as máquinas conseguirão refinar as buscas, travar diálogos entre si, cruzar dados, uma vez que estarão programadas para trocar informações e oferecê-las sob uma interface customizada ou específica para cada usuário. A terceira geração da Internet será capaz de dar respostas, como se fosse um conselheiro, responderá a perguntas concretas, cruzando informações, estabelecendo valores e classificações.

Redação Adnews

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terça-feira, setembro 25, 2007

Advergames: Anúncio em games = retorno em branding

Estive pesquisando sobre o tema Advergames, motivado principalmente pelo lançamento do HALO 3, e encontrei uma materia muito legal. Foi publicada originalmente no Webinsider em 25 de setembro de 2007, 15:45

Pesquisa reforça a tese de que os anúncios em jogos trazem ótimos resultados, especialmente no reconhecimento da marca, com aumento de intenção de comprar.

Por André Ursulino

A Massive Inc. divulgou, no início de agosto, uma pesquisa sobre os benefícios que as marcas podem obter ao anunciar em games.

A Massive é uma agência de publicidade especializada em planejar, produzir e medir o retorno de ações publicitárias em jogos. Adquirida pela Microsoft em meados de 2006, inicialmente a Massive focava seus esforços em jogos online para PC, que continuam o carro chefe, mas abriu o leque para o jogos para Xbox e Xbox360 em função da aquisição.

A pesquisa foi conduzida pela Nielsen Entertainment, braço da empresa de pesquisa que estuda o consumo de entretenimento, como games, música e filmes. O instituto entrevistou 600 jogadores de Need for Speed Carbon, em X360 e PC. Para que fossem obtidos dados assertivos, os jogadores foram divididos em dois grupos, um de teste e outro de controle.

Os resultados impressionam. Comparando o grupo de teste com o de controle:

  • O reconhecimento de marca cresceu 64%;
  • A predisposição para compra de carros dos anúncios aumentou 69%;
  • A intenção de compra média, entre todas as categorias, subiu 41%;
  • O recall aumentou 41%;
  • O ad rating teve incremento de 69%;

Os resultados da pesquisa reforçam o que há muito já vem sendo aventado por publicitários e desenvolvedores de games em geral: poucas mídias oferecem envolvimento com a marca do anúncio como os jogos. Mais ainda, a conseqüência desse envolvimento é evidente nos resultados obtidos.

Pesquisas como essa são uma boa notícia em diversos sentidos. Primeiro pelos resultados, que comprovam a viabilidade de ações publicitárias em jogos online ou de console. Depois as conseqüências desses resultados para a cadeia produtiva do setor.

Ruptura com a mídia física

Com estes números, desenvolvedores brasileiros têm mais argumentos para bater na porta de agências de publicidade e anunciantes. Por mais que se discuta a existência ou não de mercado oficial no Brasil, para o anunciante pouco importa se o público comprou o jogo na loja por R$ 200, no camelô por R$ 10 ou baixou da internet de graça. Para o anunciante, importa que mais e mais pessoas vivenciem seus anúncios nos jogos.

Para os desenvolvedores, isto pode representar uma ruptura com um modelo de negócio baseado na venda de mídia física, quando o que importa é o conteúdo lá presente.

Se conquistarem anunciantes que financiem a produção do jogo, talvez seja possível pensar em modelos alternativos de distribuição e formação do preço final do jogo, tornando-o acessível para mais jogadores, de modo a atingir mais consumidores potenciais e, conseqüentemente, aumentar o valor das inserções publicitárias. E que isso se torne um ciclo virtuoso.

É claro que ainda há muito o que percorrer nesse caminho. Um jogo como Need for Speed Carbon leva algo em torno de dois anos para ser produzido. Em tempos de resultados medidos quase que diariamente, é difícil justificar investimento publicitário que trará retorno só em dois anos ou mais. Trata-se também de uma questão de educar o mercado anunciante a pensar no longo prazo, coisa complicada cá por estas terras.

Este estudo eleva para um novo nível o debate sobre o setor de games, que começa a sair do caderno de informática dos jornais e revistas especializadas e para ganhar também os cadernos de economia, negócios, cultura e comportamento, como aconteçeu com a matéria Cultura Game, publicada no caderno de cultura da Folha de São Paulo.

Ao mesmo tempo em que engatinha, o mercado brasileiro também oferece aos players locais boas possibilidades e oportunidades. Alguém aí disposto a aproveitá-las? [Webinsider]

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Sobre o autor

André Ursulino (aursulino@espm.br) é professor universitário, atua com desenvolvimento de produtos para uma emissora de TV e é colunista do Gamecultura.

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segunda-feira, setembro 17, 2007

Publicidade em celulares avançando cada vez mais rápido.


A Publicidade por meio de dispositivos móveis, particularmente em celulares está crescendo de maneira cada vez mais acelerada e a promessa que havia em relação a este novo meio de publicidade está se consolidando e aqueles que estão apostando nesta fase inicial acabam levando vantagem pela aceitação e curiosidade das pessoas que são impactadas.
Estas são as 7 principais formas de mobile marketing:
  1. Marketing via SMS/MMS
  2. WAP banner ads
  3. Location advertising
  4. Mobile video ads
  5. In-game advertising
  6. Online coupons
  7. Interstitial ads
O texto abaixo é de um artigo publicado no INFO Online:

"Publicidade invadirá celulares, diz análise

Sexta-feira, 14 de setembro de 2007 - 17h53

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