segunda-feira, julho 21, 2008

Showcase Mercedes-Benz + Tribal: Uma história de mais de 100 mil clicks.



Mais de 180.000.000 de impressões e mais de 100 mil cliques depois, dos quais eu tive a chance de atuar em todas as campanhas de 2007/2008, a Tribal comemora 4 anos de parceria com a Mercedes-Benz.
Aqui, neste vídeo que a galera da criação montou, é possível ver as nossas principais campanhas.

Ficou muito legal! :D

Sentirei saudades galera. Fui muito mais que uma faculdade pra mim. Um privilégio atender contas tão legais e principalmente conhecer uma galera tão bacana.

Até logo.

Showcase Tribal/Mercedes-Benz from Tribal Digital on Vimeo.

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quinta-feira, abril 24, 2008

SMS, e-mails, Messenger e "posts" em comunidades não é o mesmo que "escrever"...

Pelo menos é o que os adolescentes de 12 aos 17 anos consideram.

Artigo publicado no BlueBus

60% acham que escrever email e SMS nao é realmente escrever

14:15 Um estudo divulgado hoje nos EUA pelo Pew Internet & American Life Project e pela National Commission on Writing diz que a maior parte dos adolescentes - 85% dos que tem entre 12 e 17 anos - dedica boa parte de seus dias a compor textos em emails, SMS, messenger e em sites de rede social. Mas 60% dos garotos e garotas nao acham que isso seja realmente 'escrever'. Segundo o estudo, os adolescentes vêem uma diferença importante entre 'escrever' (trabalhos para a escola ou outros textos por razoes pessoais) e 'se comunicar' (SMS, messenger, email etc). Diz o relatorio - "A troca de emails, mensagens instantâneas, SMS e os posts em sites de rede social sao um tipo de comunicaçao que tem o mesmo peso para os adolescentes que as conversas por telefone e os encontros no corredor entre as aulas". O relatorio da pesquisa 'Writing, Technology and Teens' está aqui. Outras sobre numeros da internet leia aqui

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segunda-feira, outubro 22, 2007

Marketing em comunidades e redes sociais.

Sociologia tem mais a nos ensinar que o marketing nas redes sociais.

"When i'm watchin' my tv
And that man comes on to tell me
How white my shirts can be
But he can't be a man 'cause he doesn't smoke
The same cigarrettes as me..."
(Jagger e Richards, "Satisfaction")


No mundo da publicidade pré-digital, alcance, frequência e recall eram as “coordenadas” mais utilizadas para planejar e medir o resultado de uma campanha. Embora simples esta “cartografia mercadológica” não era necessariamente eficiente, como lembra uma frase atribuída ao lorde inglês William Lever: “metade da minha verba publicitária é jogada fora, o problema é que eu não sei qual metade”.

Atualmente, com a explosão das chamadas redes sociais na Internet, muitas marcas estão tentando se aproveitar do fenômeno para ocupar este espaço de comunicação. Mas quando falamos no assunto, a sociologia tem mais a nos ensinar que o marketing.

Os primeiros estudos sociológicos sobre as comunidades datam do final do século XIX e estabeleceram um ramo próprio, com aplicações e uso de exemplos no mundo das finanças, matemática, biologia etc. Mais recentemente, centros de pesquisa como a Universidade de Toronto e o Grupo de Dinâmicas Coletivas da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, trabalham especificamente com a questão das comunidades digitais.

Nos últimos meses, participei de diversas apresentações sobre o tema em empresas e seminários. Uma das questões em pauta é como avaliar iniciativas de sucesso neste segmento. Mensurar a chamada “mídia gerada pelo consumidor” ou “marketing de redes sociais”, com o mesmo conjunto de medidas utilizadas para o marketing tradicional é no mínimo perpetuar o problema apontado por Lever. Um dos equívocos mais comuns é achar que “tamanho é documento”, ou seja, quanto maior a comunidade, melhor.

Quando falamos sobre comunidades, tão importante quanto seu tamanho é sua vitalidade, isto é, a intensidade das interações que ocorrem entre seus integrantes. Um indicador clássico da vitalidade de uma comunidade é a frequência com a qual seus membros interagem, ou seja: não adianta nada desenvolver uma comunidade enorme em sites de relacionamento ou através de blogs se as pessoas não trocam comentários entre sí.

Essa questão aponta para um segundo equívoco quando as empresas pensam em utilizar comunidades digitais para promover seus produtos: o foco da ação não deve ser a marca, mas os interesses dos consumidores. É através da intersecção entre esses interesses (por exemplo, música), com os atributos da marca, que essas iniciativas devem ser estruturadas.

Outro aspecto que deve ser levado em conta é a necessidade de um monitoramento constante dos “nódulos”, ou seja, as pequenas “redes” que compõem uma comunidade maior. Usualmente, a interação é mais intensa dentro destes nódulos formados ao redor de um ou dois integrantes mais ativos, as pessoas que possuem a capacidade de criar ou diminuir os graus de separação entre cada integrante da comunidade. Se adequadamente trabalhadas elas podem se transformar em um eficiente canal para transmissão de mensagens.

Em uma comunidade, a medida de prestígio é o capital social de cada integrante, que pode ser traduzido no reconhecimento de sua experiência sobre determinado assunto, na sua rede de relacionamentos, na quantidade de membros da comunidade que solicitam sua ajuda etc.

Quanto maior o capital social de uma determinada pessoa, maior sua capacidade de estabelecer conexões com os outros. Ao partir para iniciativas de marketing em redes sociais, se preocupe primeiro em identificar esses integrantes, estabelecer um bom relacionamento com os mesmos e permitir que eles usem sua marca como um veículo para ampliar seu capital social. Essa é a melhor maneira de criar uma comunidade vibrante. Seu tamanho será apenas uma decorrência destas iniciativas.

Marcelo Coutinho é diretor de Análise de Mercado e Novos Negócios do IBOPE Inteligência e professor de pós-graduação na Fundação Getúlio Vargas.

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segunda-feira, setembro 17, 2007

Publicidade em celulares avançando cada vez mais rápido.


A Publicidade por meio de dispositivos móveis, particularmente em celulares está crescendo de maneira cada vez mais acelerada e a promessa que havia em relação a este novo meio de publicidade está se consolidando e aqueles que estão apostando nesta fase inicial acabam levando vantagem pela aceitação e curiosidade das pessoas que são impactadas.
Estas são as 7 principais formas de mobile marketing:
  1. Marketing via SMS/MMS
  2. WAP banner ads
  3. Location advertising
  4. Mobile video ads
  5. In-game advertising
  6. Online coupons
  7. Interstitial ads
O texto abaixo é de um artigo publicado no INFO Online:

"Publicidade invadirá celulares, diz análise

Sexta-feira, 14 de setembro de 2007 - 17h53

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quinta-feira, agosto 16, 2007

Chevy Nation - Como reunir o "espírito" de uma marca em um hotsite

Não foi só pelo design atraente, nem pelos cenários e animações em 3D. Poderia ter sido também pelo conteúdo. Porém, aquilo que eu mais gostei neste site foi a solução completa que a GM oferece com este ótimo hotsite.

O CHEVY NATION:


Vídeos clássicos, catálogos antigos, concept cars, bio-diesel, etc.
Tem de tudo mesmo. Conseguiram captar o "espírito" da marca e envolver o visitante em diversas sensações.

A experiência com a Marca, que reúne os carros que mais dão orgulho ao norte americano, não para neste hotsite. A GM criou ainda perfís no MySpace muito legais e que segue o mesmo conceito do hotsite.

Ótima forma de abrir as portas e deixar o público falar dos produtos na "sua sala de estar".

Caçando cliente como se caça borboletas? Prepare o "jardim" que elas virão... (xi, "filosofei" agora)...

Uma das comunidades é a "My Chevy Nation Music":

Infelizmente não encontrei o vídeo no YouTube para postar aqui, mas vale dar uma clicar na imagem e visitar a página no MySpace:
http://profile.myspace.com/index.cfm?fuseaction=user.viewprofile&friendID=165557660.

Várias tribos em um mesmo comercial. Esta fórmula pode até não ser nova, mas o resultado ficou bem legal.

:D







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